Nossa História

No dia 14 de maio de 1944, chega a Assaí o primeiro vigário Frei Epifânio. O.F.M (da Ordem dos Frades Menores), que passa a residir nesta cidade. Desta maneira a comunidade assaiense recebeu assistência espiritual contínua e permanente. Nesta data também foi aberto o livro de Batizados. A capelaauto

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Santa Izabel (Guarucaia)

Sta. Isabel, Rainha de Portugal, filha de D. Pedro III e da Da. Constança, nasceu em 1270, em Saragoça, na Espanha, recebendo sólida educação moral de seu avô, D. Jaime, o Grande.
Casou-se com D. Diniz, rei de Portugal, em 1282 e muitas contrariedades sofreu, causadas por seu esposo. Sendo porém meiga e corajosa conseguiu de Deus a sua regeneração. Foi sempre uma rainha bondosa e prudente e via, em cada pobre, a imagem de Jesus Crucificado.
Deus premiou aquela caridade e muitos milagres brotaram ao toque de suas mãos: curou de um temor maligno Soror Margarida Freire do mosteiro de Chelas. Restituiu a saúde a D. Urraca Vasquez, vítima de epilepsia. Devolveu a vista a uma ceguinha. Com beijos heróicos obteve a cura de leprosos. Com o Sinal da Cruz curava os doentes que iam procurá-la.
Seu milagre mais conhecido aconteceu quando ela encheu seu vestido de moedas e pães para doar aos pobres. Seu marido não gostava de caridade e a proibiu de fazê-las, e nesse dia, pegou a rainha em flagrante. Ao exigir que ela mostrasse o que tinha no vestido, para surpresa de ambos, caíram no chão dezenas de rosas. Porém a principal missão de Santa Isabel foi a de Pacificadora e Mensageira da Paz.
Salvou seu lar e a própria dinastia impedindo lutas entre seu marido e seu filho e uniu povos, reis e príncipes. Enviuvou em 1325 e ingressou no Claustro de Santa Clara em Coimbra a fim de se dedicar exclusivamente ao serviço de Deus e dos pobres.
Já bem idosa e doente deixou o Convento para evitar mais uma sangrenta luta entre seus filhos, D. Afonso IV e seu neto, Afonso XI. Morreu em Extremoz a 4 de julho de 1336 e seu corpo foi transportado para o Convento de Santa Clara,onde se encontra milagrosamente incorrupto. Foi a única santa canonizada pelo Papa Urbano VIII e sua festa foi fixada a 4 de julho, data festejada anualmente com missas, distribuição de pães bentos e procissões pelas ruas, passando pelos tradicionais tapetes montados pela comunidade.

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