Nossa História

No dia 14 de maio de 1944, chega a Assaí o primeiro vigário Frei Epifânio. O.F.M (da Ordem dos Frades Menores), que passa a residir nesta cidade. Desta maneira a comunidade assaiense recebeu assistência espiritual contínua e permanente. Nesta data também foi aberto o livro de Batizados. A capelaauto

  • Nossa História

  • Agosto: Mês Vocacional

  • Liturgia

  • Programa Ecos de São José

  • Programa Oração da Ave Maria

  • Programa Anunciando Jesus

  • Ano Nacional Mariano - 2017

  • Setembro - Mês da Bíblia

  • Juntos com a CNBB pela Evangelização

São Sebastião (Cerro Leão)

São Sebastião nasceu em Narvonne, França, no final do século III e desde muito cedo seus pais se mudaram para Milão, onde ele cresceu e foi educado. Seguindo o exemplo materno, desde criança São Sebastião sempre se mostrou forte e piedoso na fé. Atingindo a idade adulta, alistou-se como militar, nas legiões do Imperador Diocleciano que até então ignorava o fato de Sebastião ser um cristão de coração. A figura imponente, a prudência e a bravura do jovem militar, tanto agradaram ao Imperador que este o nomeou comandante de sua guarda pessoal.
Nessa destacada posição Sebastião se tornou o grande benfeitor dos cristãos encarcerados em Roma naquele tempo. Visitava com frequência as pobres vítimas do ódio pagão e, com palavras de dádiva, consolava e animava os candidatos ao martírio aqui na terra que receberiam a coroa de glória no céu.
Enquanto o imperador empreendia a expulsão de todos os cristãos do seu exército Sebastião foi denunciado por um soldado. Diocleciano sentiu-se traído e ficou perplexo ao ouvir do próprio Sebastião que era cristão. Tentou, em vão, fazer com que ele renunciasse ao cristianismo, mas Sebastião com firmeza se defendeu, apresentando os motivos que o animava a seguir a fé cristã e a socorrer os aflitos e perseguidos.
O Imperador, enraivecido ante os sólidos argumentos daquele cristão autêntico e decidido, deu ordem aos seus soldados para que o matassem a flechadas. Tal ordem foi imediatamente cumprida: num descampado os soldados despiram-no, o amarraram a um tronco de árvore e atiraram nele uma chuva de flechas. Depois o abandonaram para que sangrasse até a morte. À noite, Irene, mulher do mártir Castulo, foi com algumas amigas ao lugar da execução, para tirar o corpo de Sebastião e dar-lhe sepultura. Com assombro, comprovaram que o mesmo ainda estava vivo. Desamarraram-no, e Irene o escondeu em sua casa, cuidando de suas feridas.
Passado um tempo, já restabelecido, São Sebastião quis continuar seu processo de evangelização e, em vez de se esconder, com valentia apresentou-se de novo ao imperador censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos, acusados de inimigos do Estado.
Diocleciano ignorou os pedidos de Sebastião para que deixasse de perseguir os cristãos, e ordenou que ele fosse espancado até a morte, com pauladas e golpes de bolas de chumbo. E, para impedir que o corpo fosse venerado pelos cristãos, jogaram-no no esgoto público de Roma. Uma piedosa mulher, Santa Luciana, sepultou-o nas catacumbas. Assim aconteceu no ano de 287.
Mais tarde, no ano de 680, suas relíquias foram solenemente transportados para uma basílica construída pelo Imperador Constantino, onde se encontram até hoje. Naquela ocasião, uma terrível peste assolava Roma, vitimando muitas pessoas. Entretanto, tal epidemia simplesmente desapareceu a partir do momento da transladação dos restos mortais desse mártir, que passou a ser venerado como o padroeiro contra a peste, fome e guerra.
Diretoria da Capela
Coordenador(a):
Solangela Alves Barbosa Lourenço
Vice coordenador(a):
Aparecida Alves Barbosa
Tesoureiro(a):
Lilian da Silva
Secretário(a):
Jacira Alves O. Galassi

Redes Sociais


Pastorais, Grupos, Movimentos e Comunidades

Destaques

Instituto Santa Paula