Nossa História

No dia 14 de maio de 1944, chega a Assaí o primeiro vigário Frei Epifânio. O.F.M (da Ordem dos Frades Menores), que passa a residir nesta cidade. Desta maneira a comunidade assaiense recebeu assistência espiritual contínua e permanente. Nesta data também foi aberto o livro de Batizados. A capelaauto

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Palavra do Pastor - Festa da Padroeira do Brasil

No próximo domingo, os católicos do Brasil estarão celebrando a festa de sua padroeira: a Senhora da Conceição Aparecida.  A história desta devoção teve inicio em 1717 quando três humildes pescadores (Filipe Pedroso, Domingos Garcia e João Alves) foram incumbidos de pescar a fim de servirem um jantar ao Governador da Província que chegaria para visitar a cidade. Sem nada conseguir, já estavam querendo desistir. Pela última vez lançaram as redes. No lugar de peixes apareceu o corpo de uma imagem. Curiosos lançaram de novo as redes e veio a cabeça que encaixou perfeitamente na imagem. Era uma imagem escura de terracota, que parecia ser Nossa Senhora da Conceição. A partir daquele momento a pesca foi abundante. Filipe Pedroso levou a pequena imagem para sua casa. Os visinhos começaram a visitá-la, pedindo para que Nossa Senhora intercedesse em suas necessidades. Em 1732, Atanásio, filho de Filipe Pedroso construiu um oratório para a imagem que ficou cada vez mais conhecida como “Aparecida”, por ter aparecido nas águas do rio.
A devoção se espalhou por todo o Brasil. Seu santuário, localizado na cidade de Aparecida, estado de São Paulo, é a segunda maior basílica do mundo. Consegue abrigar em seu interior até 70 mil peregrinos. Todos os anos, mais ou menos 10 milhões de peregrinos a visitam. Mas não é apenas no Santuário de Aparecida que os fiéis manifestam sua devoção. Pelo Brasil afora são milhares de igrejas dedicadas a Senhora de Aparecida. Em nossa Diocese de Cornélio Procópio três paróquias, a de Leópolis, a de Uraí e a de Congonhinhas, a tem como padroeira.
No meio da multidão de devotos, destaca-se um. Trata-se do Papa Francisco. Em sua viagem ao Brasil, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro, seu primeiro encontro com o povo aconteceu no santuário de Aparecida. Começou sua homilia dizendo: “Quanta alegria me dá vir à casa da Mãe Aparecida”. Neste mesmo sermão exclamou: “Quem poderia imaginar que o lugar de uma pesca infrutífera tornar-se-ia o lugar onde todos os brasileiros podem se sentir filhos de uma mesma Mãe!”.
No encontro que teve com os bispos do Brasil presentes na Jornada Mundial da Juventude assim se expressou: Em Aparecida, Deus ofereceu ao Brasil a sua própria Mãe. Mas, em Aparecida, Deus deu também uma lição sobre si mesmo, sobre seu modo de ser e agir. Uma lição sobre a humildade que pertence a Deus como traço essencial e que está no DNA de Deus. Há algo de perene para aprender sobre Deus, em Aparecida; um ensinamento que nem a Igreja do Brasil nem o próprio Brasil devem esquecer”. Passou em seguida a dar uma explicação muito original sobre o encontro da imagem pelos pescadores. Segundo o Papa Francisco, há em Aparecida “um ensinamento que Deus quer nos oferecer. Sua beleza refletida na Mãe, concebida sem pecado original, emerge da obscuridade do rio. Em Aparecida desde o início, Deus dá uma mensagem de recomposição do que está fraturado, de compactação do que está dividido. Muros, abismos, distâncias ainda hoje existentes estão destinados a desaparecer. A Igreja não pode descurar esta lição: ser instrumento de reconciliação”.
Celebrando mais uma vez a festa de nossa padroeira, procuremos pôr em prática o pedido do Papa.
Dom Manoel João Francisco
Bispo Diocesano
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