Encontro Nacional da Pastoral da Juventude

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No dia 14 de maio de 1944, chega a Assaí o primeiro vigário Frei Epifânio. O.F.M (da Ordem dos Frades Menores), que passa a residir nesta cidade. Desta maneira a comunidade assaiense recebeu assistência espiritual contínua e permanente. Nesta data também foi aberto o livro de Batizados. A capelaauto

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Encontro Nacional da Pastoral da Juventude

“Desamarrem as canoas, põe a mochila nas costas. Lá fora ainda faz noite, a luz vem no horizonte e um novo sol vai brilhar, tome o remo nas mãos, temos que navegar! Na fraternura seguir o bom Pastor...” Essa é sensação de alguém que vai participando do 11º encontro da Pastoral da Juventude com ansiedade e muita esperança.
A pastoral da Juventude está em um processo de estabelecimento de raízes na nossa Paróquia, muitos passaram, alguns se foram, outros permanecem, e estes procuram ser coerentes com o que se aprendeu nesta pastoral. Em resumo é:com a juventude, e para a juventude, a propagação do Reino de Deus, estabelecer como missão o programa da atividade de Jesus expresso em Lc 14. Acreditar que no próximo está “a face de Deus” em especial no jovem pobre e discriminada da sociedade. Contudo o processo é demorado, é trabalho de formiga. Muitos querem que o jovens estejam em grupo e hajam como já se conhece o processo eclesial de longa data, outros acham que o jovem, deve na Igreja, assumir compromissos, e se enfurnar na Igreja. Muitos tem a solução para toda a problemática juvenil e todas as resposta para ter o jovem na Igreja e fixa-lo o aí.
O que ocorre é que esquecemos de ouvir estes jovens, de respeita-lo no seu momento particular e único. Nos esquecemos de acolhe-los sem cobrança, de estar presente sem se impor, de dar a solução ao invés de apontar caminhos, de dar uma palavra de incentivo na dificuldade ou no equívoco, de abraçá-los sem interesse, amá-los gratuitamente. Sempre estamos querendo a juventude com uma segunda intenção. Como assessor vou para o encontro na busca de fortalecer o espírito para poder continuar estando ao lado deles, mesmo cometendo muitos equívocos, mas na certeza de estar presente, procurando a ajudá-los a crescer na autonomia, e sempre proponde de maneira, mesmo com falhas um encontro pessoal com Jesus.
No encontro vamos debater, estudar, rezar, partilhar “vida, pão e utopia.” Que este encontro ajude a PJ a seguir construindo cristãos convincentes de que “um mundo melhor é possível”.
Rafael Amaral
contador gratuito

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